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Outros Contos |
Conto enviado por Fábio Montoni de 13 anos que mora em Osasco - SP
Bob, o cão do Fábio (28/03/08)
Se você tem um conto e gostaria que ele fosse publicado em nosso site, mande-o para o nosso e.mail: pelosepatas@pelosepatas.com.br
Conto enviado por Tania R.Maia de Montes Claros, MG
Foto da Lindinha
15/04/08
CAROLINA
de 10 anos de Salvador – Bahia
Durante 9 anos e meio só vi o meu melhor amigo quando eu ia para casa de praia
da minha mãe e do meu pai.
Agora ele está morando conosco e espero que os próximos 4
anos, que ele tem de vida, ele vai passar aqui conosco.
Eu sei que sou ainda uma garota que
tem que pensar nisso no futuro mas fico quase na beira do choro quando penso no
meu amigão e penso que ele só tem 4 anos de vida. Fico muito triste com isso e
por isso e que eu quero aproveitar o
resto da vida do meu cachorro perto dele. Se eu ficar longe dele tenho certeza
que eu não vou me sentir
bem com a vida.
Já pedi aos meus pais um Yorkshire Terrier após a morte do meu cachorro.
Este conto que estou escrevendo não é um
conto comum, eu estou querendo dizer que eu amo animais como ninguém
amou. Muitos veterinários sentem uma paixão por cães mas, a
minha paixão por cães e gatos é maior do que 100 veterinários dedicados a
eles.
Vejo sempre muitos cães necessitados e fico muito triste. Meu bairro mesmo é
repleto de cachorros tem, até, uma
matilha de 10 cães andando pelo meu bairro e somente 5 deles tem dono.
A maior parte de moradores do meu bairro tem cães e gatos.
O meu Pastor Alemão é enorme eu
encho de carinho e ele é muito carinhoso.
17/07/08
Ana Luiza de 09 anos, de Montes Claros - Minas Gerais
Meu nome é Ana Luiza
e eu tenho 9 anos. Eu sou uma apaixonada por cães, mas não pretendo ser
veterinária, acho essas criaturinhas o máximo!!!
Bem, eu estou aqui para contar a historinha de minha cadelinha, ou melhor
ex-cadela. Ele se chamava Belinha e era uma Pastora Alemã. Ela morava na roça
do meu pai, até que um dia eu pedi de presente pelo dia das crianças
que ela viesse morar na cidade comigo e, isso aconteceu.
Nossa! Eu fiquei tão feliz, foi uma emoção tão grande que só eu conseguia
sentir. Ele morou comigo 2 anos e meio. A Belinha começou a ficar muito
quieta (ela gostava muito de brincar), eu tive que levá-la ao veterinário, lá
descobrir que ela estava um uma séria inflamação no útero e teria que
fazer uma cirurgia, e que poderia não resistir. Eu chorei muito, não
conseguiria viver sem minha Belinha. E aconteceu o pior, ela morreu. Eu fiquei
muito muito triste, tamanha tristeza que eu nem sei dizer. Como viveria
sem a minha Belinha?
Minha mãe me levou a um PetShop mas não resolveu o meu problema, nenhum
cachorro poderia ocupar o lugar da Belinha, nenhum era igual aquela
criaturinha fofa! Eu acabei levando um Labrador com Perdigueiro, hoje ele tem
2 anos, vive muito bem e se chama Café. Ele é o meu xodó!
15/08/08
Maria Clara , 10 anos - João Pessoa - Paraíba
Olá
meu nome é Maria Clara e amo cachorros como ninguém nunca amou antes.
Amo mais do que todo mundo. Tenho 10 anos e desde pequena pretendo ser
veterinária, mas só de cachorros.
Não é que eu não goste de outros animais, mas eu prefiro 10.000.000
vezes cachorros, tanto que o meu quarto está cheio de coisas de cachorros. Sou
eu mesma quem cuida dos cachorros da minha casa. Dou comida, água e etc.
Tenho muito pena dos cachorros de rua que não tem donos. Espero que
tenham gostado do meu conto. Um abraço de mim e de meus cachorros e para todos
que estão vendo este conto.

Este é o Bidú - 17/09/08
Nalin Silva Martins - 14 anos - Santo André - São Paulo
Eu queria fazer esta
homenagem á melhor amiga que alguém possa ter!!! Quero dizer que para
sempre irei amar a Bianca!!! E quero também agradecer a Deus, por ter
colocado em minha vida a Preta, que também é minha melhor amiga!!!
Bibith...
Para sempre em nossos corações!!!
17/10/08
Bruna Oliveira de 13 anos de Santo André - SP

Chiquinha
17/11/08
Patrycia
Meu nome
é Patrycia, tenho 11 anos e achei a Jade quando tinha 5 anos, eu freqüentava
muito a casa dos meus padrinhos e lá aparecia uma filhotinha. Um dia eu agarrei
ela nos braços e fui pra minha
casa com ela e implorei minha mãe para ficar com ela. Minha mãe prosseguia com
a resposta NÃO,e eu fui insistindo e insistindo até que ela deixou. Trouxe
a Jade para minha casa e todos sentaram e eu queria
saber qual nome daria para aquela cachorrinha, a Jade tem um olho puxadinho, na
época existia uma novela que havia uma personagem que tinha o olho assim e seu
nome era Jade, foi aí que eu e minha família a
adotamos com o nome JADE !
17/12/08
Isadora Caroline Ribeiro Dias
Alguns dias antes,meu avô havia nos ligado,dizendo que ganharíamos um
cachorrinho da raça Sheep Dog (Old English Sheep Dog). Eu já pensava em um
nome para nosso futuro cãozinho.
-Se for cachorro,vai ser Chico.E se for cadela,vai ser Chiquinha! -Eu dizia.
Passaram-se mais de mês,quase havíamos nos esquecido do cãozinho. Mas, quando
voltávamos de Santiago,RS, meu avô nos perguntou se queríamos ver nosso
cachorrinho.A resposta foi imediata. Quando
descemos do carro,deparamos com 12 cachorrinhos, peludos e pequenos.
Uma cadelinha,olhou pra mim com um olhar cintilante. Passei a mão em sua
barriga e fui ver os outros cachorrinhos.
Estávamos indo embora, meu avô me perguntou se eu queria levar o cachorrinho
agora ou esperar ele crescer mais um pouco. Ele me convenceu que devíamos
esperar.
Deixamos a porta do carro aberta enquanto botávamos o cinto. Logo
depois,vimos a cadelinha de olhos cintilantes entrar no nosso carro por conta própria.
Foi amor á primeira vista. Foi muito bom viajar com ela. Só fazia cocô quando
parávamos. Quando chegamos em casa, seu nome ia ser Chiquinha. Mas deixamos de
Chica,mesmo.
E aquele dia vai ser inesquecível para mim, pois não fui eu que á escolhi,
mas ela me escolheu. E agora,vivemos muito felizes com a nossa Chica, agora
gigante.
17/01/09
Carol
Mattos - São Paulo - SP - Jornalista
Este é o Hélio, meu gato SRD de 11 meses
Além do Hélio, tenho mais duas gatas: Paris e Madonna, que também são SRD (na verdade, são o que chamamos de "sialatas", mestiças de siamês). As duas também entraram na minha vida por meio de adoção, são muito amadas, mas suas histórias não são tão tocantes como a do meu primogênito. Costumo dizer que ele cruzou meu caminho por obra do destino: esse gatinho tinha que viver! Estava a caminho do trabalho, e diariamente passava pela avenida que corta a favela do Heliópolis. Em uma curva acentuada, lá estava ele, prestes a atravessar a rua. Mais parecia um rato, pobrezinho... Não tive dúvidas: parei o carro de modo a fechar o trânsito, desci e peguei o filhote, minúsculo. De acordo com a veterinária, deveria ter menos de um mês, e pesava pouco mais de 400 gramas! Como foi resgatado no Heliópolis, foi batizado como Hélio, afinal, não havia nome melhor. Foi alimentado com mamadeira, começou a beliscar ração úmida e em um mês já comia ração seca sozinho. Hoje, aos 11 meses, é um gatão muito amoroso e bagunceiro. Pudera, pesa mais de 7kg... E ainda vai crescer mais! Mas o que me deixa mais feliz e realizada é saber que Deus me colocou no lugar certo, e na hora certa, pois tenho certeza de que poucos minutos seriam suficientes para que ele tivesse um final triste. Mas a nossa história ainda está apenas começando..
17/02/09

Conto de LINA HURST
Meu nome é Lina, sou a mamãe de Nega-Li, uma vira-lata linda. Conheci a Nega no final do ano passado. Ela apareceu na minha rua, que é sem saída, e foi ficando, carinhosa sempre que me via, me lambia, brincava comigo e então passei a lhe dar banho, comida, catava suas pulgas e passava remédios, pois estava queimada com carrapatos e dermatite. À noite eu ficava olhando ela da minha janela e quando gritava o nome que lhe dei, Nega, ela olhava pra cima eu morria de pena, então ela passou a entrar no meu prédio quando me via chegar passava pelo portão e subia as escadas querendo entrar.
Até que um dia 03/03/07, levei a Nega pra tosar na casa de uma amiga, foi o seu dia de princesa com direito a lacinho e tudo mais.
Na volta não consegui deixá-la na rua , subimos pro meu apartamento , um quarto e sala,e ela ficou. Levei-a ao veterinário, dei remédio e aos poucos a dermatite foi curada, mas cicatrizes ficaram.
Mas hoje a Nega-Li tem um lar e não foi ela quem deu sorte e sim eu . Ela é tão meiga, companheira percebe se estou triste, é linda. Acreditem ela não nunca fez serviço em casa só na rua, mudei meus horários acordo mais cedo pra caminhar com ela. No dia de São João viajamos pro interior, sem dúvida ela é minha melhor amiga e me faz mais feliz. Todos a conhecem aqui na rua. Hoje ela é confundida com um dálmata principalmente pelas crianças. Sem dúvida Nega-Li foi um presente de Deus. Quero cuidar dela até seu último suspiro pois a sua vida hoje alimenta a minha.
15/06/09

Conto de Bete Gil
MINGAU... MINGAU...Ele é assim. Às vezes parece voar e outras passa horas escondido, para logo em seguida aprontar muitas travessuras, é claro... Quando nasceu, todos em casa diziam que entrou na fila errada: era para ser um cachorro, mas como era hiper ativo não conseguiu ficar muito tempo na fila...
E... que fatalidade!... Ou não... Nasceu uma bolinha de pelo, cinza e branco, e ao tentar miar... só saiu um som... Mingau... Mingau... _Oba, que legal é uma gatinha..., Mas era mesmo um gatinho... Mingau é vivo, tem olhos verdes, que estão sempre pedindo algo, às vezes é leite, outras é água ou comida... Sua bolinha de papel bem pequenininha, corre e pula pela casa, vai e vem, salta e cai nos lugares mais difíceis. E lá vai ele, o nosso gatão de circo, virando cambalhotas, pulando muito alto, correndo e derrubando tudo que encontra pela frente atrás de sua bolinha...
Ele adora
pular em cima dos outros gatos, para depois dar patadas e rolar com eles no
tapete... Adora seu dono, fica esperando ansiosamente sua chegada e
encarando-o insistentemente com seu olhar matreiro. Pula pra lá, mia pra cá,
assiste tv, atende a porta, brinca no computador com a setinha do mause, passa
horas escondido dentro do sofá, onde abriu um buraco, toma sol pro lado de
fora da janela ou pula em cima do varal atacando quem por ali passar. Só
falta miar, ou melhor falar mesmo. De Mingau em Mingau ele vai longe, fácil,
fácil...
Obrigada - Elisabete Gil
14/07/09

Conto de Camila Mattos
Meu nome é Camila
e o conto que tenho para dividir com vocês é sobre o meu cachorro
chamado Boby. Eu, meu pai e o meu irmão o encontramos numa praia um pouco
escondida por uma pedra bem grande. Quando ficava muito frio e chovia a
maré enchia e não se via a areia. Acreditamos que a mãe do Boby teve
ele lá na praia mesmo mas como eles eram muito pequenos não conseguiam
sair dali porque tinha uma escada para subir e o degrau era muito alto,. Ele
tinha um irmãzinho e uma irmãzinha que não tiveram a mesma sorte dele. Após
uns três dias depois que pegamos o Boby a maré encheu e levou os irmãozinhos
dele que morreram afogados. Quando soube fiquei muito triste, mas se o Boby
falasse ele diria que ele é um cãozinho de sorte. Ele tem 7 aninhos.
05/10/09

Conto de Tania Maia - Montes Claros - MG
A historia é desta companheira ai da foto. Companheira! E que companheira! Amiga. Ficou comigo por mais de oito anos e foram intensos de alegria, amor e total dedicação. Uma dedicação que somente os grandes e verdadeiros amigos podem devotar uns aos outros. Foram meses de luta contra uma diabetes que sugou dela toda a energia e acabou por levá-la literalmente dos meus braços. Já antevia o que estava por acontecer porém por mais que soubesse que seria uma grande perda, não pensei que seria tanto. Os espaços antes ocupados por ela e o silêncio quebrado por seu forte latido, hoje me incomodam e me oprimem. Confesso e não me envergonho de admitir que chorei copiosamente esta perda, a maior que já tive em minha vida, perdi uma grande, enorme amiga. Procuro me confortar com a imagem deste jeito doce, doce até no sobrenome, Nick Docinho. Quisera eu, que todos pudessem ter na vida uma amiga como a Nick. Talvez se tivessem aprenderiam o que é o verdadeiro significado da amizade. Sinto tanta falta, lutamos tanto! Só me arrependo de não ter dito em seu ultimo suspiro que a amava, falei tanto, conversei tanto com ela nesta hora, mas devia ter repetido isso de novo, de novo e de novo. Agora só me resta falar deste amor para expirar um pouco esta dor, falar do grande amor que devoto a ela, ainda hoje, e lembrar das caçadas de borboleta, do bronzear a barriga no sol do meio dia, no bom dia na cama e do sorriso, inconfundível. Lindinha e Millie ainda procuram por você e sei que juntas comigo, sofrem a sua ausência. Vá com Deus, seguindo o caminho das borboletas que só você sabe o que significa para nós. Te amo amiga. Tania Maia.
24/12/09

Conto de Sofia, a filha da Angela
05/03/10

Olá, sou a Manchinha e tenho um conto para vocês. Meus pais me acharam quando ainda era um filhote. Na ocasião, estava com um ferimento imenso no pescoço devido a mordida de um outro cão, mas isso não foi problema para meus pais se apaixonarem por mim. Cresci feliz e sempre fui muito bagunceira, fazia travessuras variadas, mas a que meus pais não gostavam era quando eu puxava as roupas do varal.
Enfim, na noite de 18 de dezembro de 2009, num passeio de rotinha. que fazíamos meus pais e meus outros 06 (seis) irmãos, um carro em alta velocidade me atropelou, fugindo em seguida. Foi um episódio de muita tristeza e dor. Já passei por duas cirurgias, onde em uma delas tive retirada à cabeça do fêmur de minha pata traseira direita. Graças a Deus e o carinho de meus pais estou superando e já voltei a andar, com uma certa dificuldade, é verdade, mas já é uma grande vitória.
Um grande abraço a todos.
A Renata e Rodrigo são os meus pais.
28/06/10
Conto de Andreia Mendonça - Rio de Janeiro - RJ

16/09/2010
Conto do Fábio de 16 anos

Me chamo Fabio, tenho 16 anos e, estou mandando este e-mail,para falar um pouco de meu amigão!
"Bob é um cãozinho muito especial, ele tem 11anos e como todo mundo, ele envelheceu. Ele não é mais um jovenzinho, eu sei, mas o tempo e os probleminhas de saúde, não conseguiram tirar sua alegria e os grisalhos o deixam ainda mais charmoso. É sapeca, independente, adora tirar fotos, é guloso e muito inteligente. Tão inteligente que às vezes parece gente. A nossa história é como a de muitos cachorrinhos que são abandonados, exceto, pelo fato de que o Bob, resolveu me adotar como seu dono. Ao invés de escolher, fui escolhido e não teve jeito...a marcação era cerrada. Eu ia passear e ele me acompanhava, ia para o colégio e ele sabendo dos meus horários, sempre aparecia para me levar e buscar, fazendo aquela festa . Não demorou para que todos em casa, e meus amigos se apegassem muito a ele. Quando o Bob passou a viver conosco tivemos que ter vários cuidados com ele, pois , estava muito doente e maltratado...Hoje, o Bob é um cachorro muito saudável, alegre e bonito. Como vocês pode ver, o Bob é um cãozinho muito especial e querido por todos. "
Depois que o Fábio escreveu este conto, o BOB, cão do Fábio morreu. Esta foi a última postação que a família fez:
Quero aproveitar a oportunidade para HOMENAGEAR,ao BOB, pois, foi para nós um verdadeiro membro de nossa família, todos estamos muito abalados e tristes com a notícia de sua morte. Ontem, precisamos interná-lo as pressas, pois não passou bem, logo cedo. Hoje, 09 de Fevereiro,recebi a notícia de que ele não havia resistido e veio a falecer. As qualidades que destaco do BOB com certeza foi sua lealdade e força. Em nenhum momento se deixou abater e desanimar pela doença. Não era dele demonstrar fraqueza ou medo... Lutou até o fim.Tenho o maior orgulho de tê-lo conhecido e convivido com esse que com certeza foi o meu melhor e grande amigo.
Sentiremos
muito sua falta!!!
Andréa Patricia Montoni
Conto da Beatriz

Olá,sou a Beatryz e estou aqui para contar a minha historia. Desde pequena eu queria um Golden Retriever,achava a coisa mais linda do mundo! Minha mãe e meu pai não queriam, mas um dia ganhei um filhote que coloquei o nome de BUDDY. Moramos na frente de uma praça e nessa praça existem vários Goldens, comecamos a levar Buddy nessa praça e conhecemos varias pessoas.
Graças ao Buddy ganhamos muitos novos amigos!! Todos os dias nos encontramos na praça, marcamos de sairmos para jantar de noite,é uma verdadeira festa!! Já marcamos um evento em uma chácara e agora estamos marcando a nossa festa junina!! Já fizemos pic-nic várias vezes na praça e somos verdadeiramente....uma amizade inseparável!
Na composição de fotos acima mostra alguns eventos e alguns de nossos amigos ! Chamamos a pracinha agora de "canto dos Goldens", mas também existem várias outras raças, como a Dara (Labrador), a Pitty (Lhasa Apso),a Julie (Shih-tzu) e muitas outras!
Para quem acha que cão é uma besteira, uma bobagem, leia nossa historia e veja como um cão pode mudar a sua vida!
Um beijo para: Rafael,Sergio,Fátima,Bruno,Luci,Diniz,Raquel,Robson,Katia,Claws,Dirci,Carmen,Silvia,Lucca, Isabel, Marco e seus cães.
Beatryz Vitalis - 22/06/2011