Outros Contos

 


Conto enviado por Fábio Montoni de 13 anos que mora em Osasco - SP

 

O Bob é um cãozinho muito especial, ele tem 7anos, é sapeca, independente,adora tirar fotos, é guloso e muito inteligente. Tão inteligente que às vezes parece gente. A nossa história é como a de muitos cachorrinhos que são abandonados, exceto, pelo fato de que o Bob, resolveu me adotar como seu dono. Ao invés de escolher, fui escolhido e não teve jeito...a marcação era cerrada. Eu ia passear e ele me acompanhava, ia para o colégio e ele sabendo dos meus horários, sempre aparecia para me levar e buscar, fazendo aquela festa . Não demorou para que todos em casa, e meus amigos se apegassem muito a ele. Quando o Bob passou a viver conosco tivemos que ter vários cuidados com ele, pois , estava muito doente e maltratado...Hoje, o Bob é um cachorro muito saudável, alegre e bonito. Como vc pode ver, o Bob é um cãozinho muito especial e querido por todos.

Bob, o cão do Fábio (28/03/08)


Se você tem um conto e gostaria que ele fosse publicado em nosso site, mande-o para o nosso e.mail: pelosepatas@pelosepatas.com.br


 

Conto enviado por Tania R.Maia de Montes Claros, MG

Vou lhes contar a historia da Lindinha, uma cachorrinha de rua, srd, já mais velhinha e que me escolheu como dona.
Falo que me escolheu pois ela apareceu perto do meu trabalho e todos os dias, insistentemente, por três meses, me seguiu, tendo eu que adotar estratégias até fugir dela.
Esta historia aconteceu ininterruptamente e, sempre, na segunda feira, esperava já não encontra-la no mesmo local.
Após discutir com meu marido sobre a possibilidade de adota-la, já que possuímos mais duas cachorras, decidimos que iríamos adota-la. Marcamos com a clinica veterinária de nossa confiança que se encarregou de dar-lhe um bom banho e entrega-la em nossa casa porém ao chegar e, não reconhecendo ninguém, a Lindinha tratou de fugir e para nossa surpresa, apesar de minha casa ser bastante distante do meu trabalho, cerca de duas horas depois  estava ela de novo na porta do meu trabalho me esperando.Caso eu tivesse dúvidas, elas se expiraram.
Peguei pessoalmente a lindinha e levei para casa. Desde esta data, ela fica todo o tempo atrás de mim, me enchendo de um carinho incondicional, distribuindo e cativando todos, repito, todos que nos conhecem e passam a conhece-la.
Já se passaram 12 meses, e não canso de repetir, fui adotada pela lindinha e ela me agarrou pelo coração.

Foto da Lindinha

15/04/08


CAROLINA de 10 anos de Salvador – Bahia .

Meu nome e Carolina e eu quero deixar uma historia marcante e um sonho meu. Eu sou uma garota de 10 anos e tenho um sonho de ser veterinária. Sou apaixonada por cães e gatos. Tenho um Pastor Alemão de  12 anos que é  muito carinhoso comigo. 
Durante 9 anos e meio só vi o meu melhor amigo quando eu ia para casa de praia da minha mãe e do meu pai.
Agora ele está morando conosco e espero que os próximos  4 anos, que ele tem de vida, ele vai passar aqui conosco.
Eu  sei que sou ainda uma garota que tem que pensar nisso no futuro mas fico quase na beira do choro quando penso no meu amigão e penso que ele só tem 4 anos de vida. Fico muito triste com isso e  por isso e que eu quero aproveitar o resto da vida do meu cachorro perto dele. Se eu ficar longe dele tenho certeza  que eu não vou me sentir bem com a vida.  
Já pedi aos meus pais um Yorkshire Terrier  após a morte do meu cachorro. Este conto que estou escrevendo não é  um conto  comum, eu estou querendo dizer que eu amo animais como ninguém amou. Muitos  veterinários sentem uma paixão por cães mas,  a minha paixão por cães e gatos é maior do que 100 veterinários dedicados a eles.
Vejo sempre muitos cães necessitados e fico muito triste. Meu bairro mesmo é repleto de cachorros tem, até,  uma matilha de 10 cães andando pelo meu bairro e somente 5 deles tem dono.
A maior parte de moradores do meu bairro tem cães e gatos.
O meu Pastor Alemão é enorme  eu encho de carinho e ele é muito carinhoso. 

17/07/08


Ana Luiza de 09 anos, de Montes Claros - Minas Gerais

 

Meu nome é Ana Luiza e eu tenho 9 anos. Eu sou uma apaixonada por cães, mas não pretendo ser veterinária, acho essas criaturinhas o máximo!!! 
Bem, eu estou aqui para contar a historinha de minha cadelinha, ou melhor ex-cadela. Ele se chamava Belinha e era uma Pastora Alemã. Ela morava na roça do meu pai, até que um dia eu pedi de presente pelo dia das crianças que ela viesse morar na cidade comigo e, isso aconteceu. 
Nossa! Eu fiquei tão feliz, foi uma emoção tão grande que só eu conseguia sentir. Ele morou comigo 2 anos e meio. A Belinha começou a ficar muito quieta (ela gostava muito de brincar), eu tive que levá-la ao veterinário, lá descobrir que ela estava um uma séria inflamação no útero e teria que fazer uma cirurgia, e que poderia não resistir. Eu chorei muito, não conseguiria viver sem minha Belinha. E aconteceu o pior, ela morreu. Eu fiquei muito muito triste, tamanha tristeza que eu nem sei dizer.  Como viveria sem a minha Belinha? 
Minha mãe me levou a um PetShop mas não resolveu o meu problema, nenhum cachorro poderia ocupar o lugar da Belinha, nenhum era igual aquela criaturinha fofa! Eu acabei levando um Labrador com Perdigueiro, hoje ele tem 2 anos, vive muito bem e se chama Café. Ele é o meu xodó!

15/08/08


Maria Clara , 10 anos - João Pessoa - Paraíba

 

 

Olá meu nome é Maria Clara e amo cachorros como ninguém nunca amou antes.
Amo mais do que todo mundo. Tenho 10 anos e desde pequena  pretendo ser veterinária, mas só de cachorros.
Não é que eu não goste de outros animais, mas eu prefiro 10.000.000  vezes cachorros, tanto que o meu quarto está cheio de coisas de cachorros. Sou eu mesma quem cuida dos cachorros da minha casa. Dou comida, água e etc.
Tenho muito pena dos cachorros de rua que não tem donos. Espero que tenham gostado do meu conto. Um abraço de mim e de meus cachorros e para todos que estão vendo este conto.  

Este é o Bidú - 17/09/08


Nalin Silva Martins - 14 anos - Santo André - São Paulo

 

Meu nome é Nalin e eu tenho 14 anos, moro em Santo André - SP. Eu gostaria muitíssimo contar a história da minha melhor amiga, a Bianca, chamada também por Bibith.
Quando eu tinha mais ou menos 2 anos, uma tia minha atropelou uma poodle filhotinha branquinha, ela cuidou dela e perguntou se nós não a queríamos... Me lembro como se fosse ontem! Foi o dia mais feliz da minha vida! Nós não tinhamos dúvida, aquela coisinha lindinha e fofa merecia muito um lar com pessoas que a amavam.
Mas a Bibith tinha alguns probleminhas, ela nasceu com um probleminha em uma das patinhas traseiras, mas não era nada grave. A Bibith ía para tudo quanto é canto com a gente, absolutamente todos diziam, que se um dia ela morresse, ela com certeza ía ficar na história da nossa família. A gente brincava dizendo que a Bianca tinha mais vida que gato! Coitadinha, ela passou por tanta coisa, primeiramente, há uns 6 anos, ela foi atropelada, pior, pelo meu pai, mas ela não teve culpa, nós estávamos entrando em casa, na garagem, que é uma rampa, minha mãe estava de olho na Preta, minha outra cachorra, meu pai estava olhando para frente e eu e meu irmão que estávamos dentro do carro também, como ela era muitíssimo pequenina, nós não a conseguimos ver. Fiquei muito desesperada e não parava de chorar, mas no final, ela foi ao veterinário, e ficou tudo bem, mas o problema disso, é que tinha sido amputada a patinha traseira dela, justo a que estava boa! Mas isto não era motivo para segurar a Bibith. Depois disso, ela passou por muitas coisas, uma vez ela ficou desaparecida mais de 15 dias por aqui, mas nunca desistimos dela e conseguimos achá-la! Outra vez, quando estávamos viajando, ela fugiu durante a noite, e na mesma noite, eu, como sempre, fiquei desesperada e já saímos para procurá-la, mas nada! No outro dia, nos avisaram que um pescador tinha encontrado ela do outro lado do mangue! Uma outra vez também, ela estava brincando com a Prata, e se machucou, seu olhinho veio um pouco para fora... E lá íamos de novo ao veterinário, o seu olhinho teve de ser amputado! É, isso mesmo, ela só tinha um olhinho. Bom, mas ela passou por muuuuuuitas outras coisas, mas nós a amávamos muuuuuito, e sempre conseguíamos ajuda-la. Há mais ou menos uns 3 anos, a Bibith ficou doente enquanto nós viajávamos (ela estava na casa da minha avó), e desde lá, ela começou a ficar doentinha. Ela teve convulsão e etc. Até que depois de tudo, no dia 25 de agosto de 2007, nós achamos a Bibith morta na garagem... Eu não sabia o que fazer!!!! Como seria a minha vida sem ela? Não dava para acreditar que a Bibith havia me abandonado!!! Ela morreu de velhice, ela já tinha quase a minha idade. Mas a Bianca era realmente a minha melhor amiga! A maior parte do meu tempo, era passado junto a ela. Todos nós a amávamos muito! Quer dizer, amávamos não, amamos!!! Apesar de todos os seus probleminhas, ela ainda estava muito linda!! A Bianquinha está viva e forte dentro de nós! E para sempre estará!! Talvez agora ela esteja com a minha avó, que morreu, acho que em 2005, minha avó amava demais a Bibith!!! Elas duas viviam juntas também. Bom, mas as duas estão muito felizes dentro dos nossos corações :)

Eu queria fazer esta homenagem á melhor amiga que alguém possa ter!!! Quero dizer que para sempre irei amar a Bianca!!! E quero também agradecer a Deus, por ter colocado em minha vida a Preta, que também é minha melhor amiga!!!

Bibith... Para sempre em nossos corações!!!
17/10/08


Bruna Oliveira de 13 anos de Santo André - SP

 

Oi meu nome é Bruna e eu tenho um cadelinha chamada Chiquinha. Ela era da minha irmã,  mas como a minha irmã não cuidava dela, eu fiquei com ela.
Há alguns anos ela teve filhotes e nasceram 5,mas como eu não podia ficar com todos eles minha mãe entregou pra doação e eu fiquei com um só, que se chamava Chaves.
Ele ficava na casa da minha avó porque o meu irmão e eu temos rinite e sinusite. Um dia o meu tio estava saindo para trabalhar e deixou o Chaves ,a Chiquinha e o Scooby (cachorro do meu outro tio)escaparem. Passamos muitos dias procurando sem parar, mas só achamos o Scooby e a Chiquinha.
O Chaves tinha sumido. Procuramos ele com a esperança de encontrá-lo, mas não conseguimos.Tenho muitas saudades dele.Eu tenho a Chiquinha  desde os  4 anos de idade e eu a amo  porque esse tempo todo ela já se tornou parte da minha família e da minha vida. Quando lembro do Chaves eu choro e me sinto muito triste.Espero que alguém o tenha encontrado e que ele esteja bem.
 

Chiquinha

17/11/08


Patrycia

Meu nome é Patrycia, tenho 11 anos e achei a Jade quando tinha 5 anos, eu freqüentava muito a casa dos meus padrinhos e lá aparecia uma filhotinha. Um dia eu agarrei ela nos braços e fui pra minha
casa com ela e implorei minha mãe para ficar com ela. Minha mãe prosseguia com a resposta NÃO,e eu fui insistindo e insistindo até que  ela deixou. Trouxe a Jade para minha casa e todos sentaram e eu queria
saber qual nome daria para aquela cachorrinha, a Jade tem um olho puxadinho, na época existia uma novela que havia uma personagem que tinha o olho assim e seu nome era Jade, foi aí que eu e minha família a 
adotamos  com o nome JADE !

17/12/08


     Isadora Caroline Ribeiro Dias                     

      Alguns dias antes,meu avô havia nos ligado,dizendo que ganharíamos um cachorrinho da raça Sheep Dog (Old English Sheep Dog). Eu já pensava em um nome para nosso futuro cãozinho.  
-Se for cachorro,vai ser Chico.E se for cadela,vai ser Chiquinha! -Eu dizia. 
Passaram-se mais de mês,quase havíamos nos esquecido do cãozinho. Mas, quando voltávamos de Santiago,RS, meu avô nos perguntou se queríamos ver nosso cachorrinho.A resposta foi imediata. Quando descemos do carro,deparamos com 12 cachorrinhos, peludos e pequenos.
Uma cadelinha,olhou pra mim com um olhar cintilante. Passei a mão em sua barriga e fui ver os outros cachorrinhos.         
Estávamos indo embora, meu avô me perguntou se eu queria levar o cachorrinho agora ou esperar ele crescer mais um pouco. Ele me convenceu que devíamos esperar. 
Deixamos a porta do carro aberta enquanto botávamos o cinto. Logo depois,vimos a cadelinha de olhos cintilantes entrar no nosso carro por conta própria. Foi amor á primeira vista. Foi muito bom viajar com ela. Só fazia cocô quando parávamos. Quando chegamos em casa, seu nome ia ser Chiquinha. Mas deixamos de Chica,mesmo. 
E aquele dia vai ser inesquecível para mim, pois não fui eu que á escolhi, mas ela me escolheu. E agora,vivemos muito felizes com a nossa Chica, agora gigante.


17/01/09


Carol Mattos - São Paulo - SP - Jornalista

Este é o Hélio, meu gato SRD de 11 meses

Além do Hélio, tenho mais duas gatas: Paris e Madonna, que também são SRD (na verdade, são o que chamamos de "sialatas", mestiças de siamês). As duas também entraram na minha vida por meio de adoção, são muito amadas, mas suas histórias não são tão tocantes como a do meu primogênito. Costumo dizer que ele cruzou meu caminho por obra do destino: esse gatinho tinha que viver! Estava a caminho do trabalho, e diariamente passava pela avenida que corta a favela do Heliópolis. Em uma curva acentuada, lá estava ele, prestes a atravessar a rua. Mais parecia um rato, pobrezinho... Não tive dúvidas: parei o carro de modo a fechar o trânsito, desci e peguei o filhote, minúsculo. De acordo com a veterinária, deveria ter menos de um mês, e pesava pouco mais de 400 gramas! Como foi resgatado no Heliópolis, foi batizado como Hélio, afinal, não havia nome melhor. Foi alimentado com mamadeira, começou a beliscar ração úmida e em um mês já comia ração seca sozinho. Hoje, aos 11 meses, é um gatão muito amoroso e bagunceiro. Pudera, pesa mais de 7kg... E ainda vai crescer mais! Mas o que me deixa mais feliz e realizada é saber que Deus me colocou no lugar certo, e na hora certa, pois tenho certeza de que poucos minutos seriam suficientes para que ele tivesse um final triste. Mas a nossa história ainda está apenas começando..

17/02/09


Conto de LINA  HURST

Meu nome é Lina,  sou a mamãe de Nega-Li, uma vira-lata linda. Conheci a Nega no final do ano passado. Ela apareceu na minha rua, que é sem saída, e foi ficando, carinhosa sempre que me via, me lambia, brincava comigo e então passei a lhe dar banho, comida, catava suas pulgas e passava remédios, pois estava queimada com carrapatos e dermatite. À noite eu ficava olhando ela da minha janela e quando gritava o nome que lhe dei, Nega, ela olhava pra cima eu morria de pena, então ela passou a entrar no meu prédio quando me via chegar passava pelo portão e subia as escadas querendo entrar.

Até que um dia 03/03/07, levei a Nega pra tosar na casa de uma amiga, foi o seu dia de princesa com direito a lacinho e tudo mais.

Na  volta não consegui deixá-la na rua , subimos pro meu apartamento , um quarto e sala,e  ela ficou. Levei-a ao veterinário, dei remédio e  aos poucos a dermatite foi curada, mas cicatrizes ficaram.

Mas hoje a Nega-Li tem um lar e não foi ela quem deu sorte e sim eu . Ela é tão meiga, companheira percebe se estou triste, é linda. Acreditem ela não nunca fez serviço em casa só na rua, mudei meus horários acordo mais cedo pra caminhar com ela. No dia de São João viajamos pro interior, sem dúvida ela é minha melhor amiga e me faz mais feliz. Todos a conhecem aqui  na rua. Hoje ela é confundida com um dálmata principalmente pelas crianças. Sem dúvida Nega-Li foi um presente de Deus. Quero cuidar dela até seu último suspiro pois a sua vida hoje alimenta a minha.

15/06/09


 

Conto de Bete Gil

MINGAU... MINGAU...

Ele é assim. Às vezes parece voar e outras passa horas escondido, para logo em seguida aprontar muitas travessuras, é claro... Quando nasceu, todos em casa diziam que entrou na fila errada: era para ser um cachorro, mas como era hiper ativo não conseguiu ficar muito tempo na fila... 

E... que fatalidade!... Ou não... Nasceu uma bolinha de pelo, cinza e branco, e ao tentar miar... só saiu um som... Mingau... Mingau... _Oba, que legal é uma gatinha..., Mas era mesmo um gatinho... Mingau é vivo, tem olhos verdes, que estão sempre pedindo algo, às vezes é leite, outras é água ou comida... Sua bolinha de papel bem pequenininha, corre e pula pela casa, vai e vem, salta e cai nos lugares mais difíceis. E lá vai ele, o nosso gatão de circo, virando cambalhotas, pulando muito alto, correndo e derrubando tudo que encontra pela frente atrás de sua bolinha... 

Ele adora pular em cima dos outros gatos, para depois dar patadas e rolar com eles no tapete... Adora seu dono, fica esperando ansiosamente sua chegada e encarando-o insistentemente com seu olhar matreiro. Pula pra lá, mia pra cá, assiste tv, atende a porta, brinca no computador com a setinha do mause, passa horas escondido dentro do sofá, onde abriu um buraco, toma sol pro lado de fora da janela ou pula em cima do varal atacando quem por ali passar. Só falta miar, ou melhor falar mesmo. De Mingau em Mingau ele vai longe, fácil, fácil...
Obrigada - Elisabete Gil

14/07/09


Conto de Camila Mattos

Meu nome é Camila e o conto que tenho para dividir com vocês  é sobre o meu cachorro chamado Boby. Eu, meu pai e o meu irmão o encontramos numa praia um pouco escondida por uma pedra bem grande. Quando ficava muito frio e chovia  a maré enchia e não se via a areia. Acreditamos que  a mãe do Boby teve ele lá na praia mesmo mas como eles eram muito pequenos  não conseguiam sair dali porque tinha uma escada para subir e o degrau era muito alto,. Ele tinha um irmãzinho e uma irmãzinha que não tiveram a mesma sorte dele. Após uns três dias depois que pegamos o Boby a maré encheu e levou os irmãozinhos dele que morreram afogados. Quando soube fiquei muito triste, mas se o Boby falasse ele diria que ele é um cãozinho de sorte. Ele tem 7 aninhos.

05/10/09


 

Conto de Tania Maia - Montes Claros - MG

A historia é desta companheira ai da foto. Companheira! E que companheira! Amiga. Ficou comigo por mais de oito anos e foram intensos de alegria,  amor e total dedicação. Uma dedicação que somente os grandes  e verdadeiros amigos podem devotar uns aos outros. Foram meses de luta contra uma diabetes que sugou dela toda a energia e acabou por levá-la literalmente dos meus braços. Já antevia o que estava por acontecer porém por mais que soubesse que seria uma grande perda, não pensei que seria tanto. Os espaços antes ocupados por ela e o silêncio quebrado por seu forte latido, hoje me incomodam e me oprimem. Confesso e não me envergonho de admitir que chorei copiosamente esta perda, a maior que já tive em minha vida, perdi uma grande, enorme amiga. Procuro me confortar com a imagem deste jeito doce, doce até no sobrenome, Nick Docinho. Quisera eu, que todos pudessem ter na vida uma amiga como a Nick. Talvez se tivessem aprenderiam o que é o verdadeiro significado da amizade. Sinto tanta falta, lutamos tanto! Só me arrependo de não ter dito em seu ultimo suspiro que a amava, falei tanto, conversei tanto com ela nesta hora, mas devia ter repetido isso de novo, de novo e de novo. Agora só me resta falar deste amor para expirar um pouco esta dor, falar do grande amor que devoto a ela, ainda hoje, e lembrar das caçadas de borboleta, do bronzear a barriga no sol do meio dia, no bom dia na cama e do sorriso, inconfundível. Lindinha e Millie ainda procuram por você e sei que juntas comigo, sofrem a sua ausência. Vá com Deus, seguindo o caminho das borboletas que só você sabe o que significa para nós. Te amo amiga. Tania Maia.

24/12/09


Conto de Sofia, a filha da Angela

Oi pessoal, me chamo Sofia e fui a campeã do mês de julho/09. Tenho quatro anos, pois é, tenho uma historia para contar:
 
Em janeiro/2010 parei de andar, tive um problema sério na coluna ficando sem os movimentos traseiros e consultando vários veterinários, pesquisando na Internet e também tendo informações de acupunturistas, descobri que é muito comum  isto acontecer na minha raça Dachshund e demais.
 
Depois de um mês em repouso absoluto ganhei o carrinho (aparelho fisioterápico), agora estou em fase de adaptação e meu ânimo melhorou bastante, mas, quero fazer um alerta para nossos pais:
 
- antes de adquirirem qualquer raça de animal, verifiquem a procedência, qual foi o cruzamento e a genética dos pais;
- não deixem os animais subirem e descerem escadas, sofás e camas (é muito prejudicial a coluna);
- deêm alimentos específicos para animais, nada de chocolates, carnes, peixes;
 
Abraços
Sofia

05/03/10